
Ontem não resisti, fui á SAP de urgência para tratar da inflamação do ouvido que de vez enquanto sugava e picava religiosamente, uma dor intensa. Detesto.... detesto... detesto otites, de todas as lesões que tive enquanto atleta de alta competição não ultrapassa o limiar de sofrimento desta.
Aguardei sozinha na lista de espera, uma pilha de gente no Sábado chuvoso, um menino ao colo da mãe amarrava o pano de algodão esvaziado de sangue junto ao queixo. Rostos adoentados. Crianças a escaldar de febre, amplamente sonolentas e moles. Um bebé com pintas de varicela.
Vi a insatisfação, os gritos queixumes na deficiência do serviço. Eu roía de dor... queria tanto mas tanto desligar o processador de fala, não podia senão não tinha como me ouvir a chamar, mantive firme encontrando um pensamento calmante alugares dentro da minha cabeça.
Barulhos. Os choros. A impressora. As vozes. O tilintar das moedas a cair em pingue na máquina de refrescantes e da cafetaria. Mais vozes e gritos. Pessoas a entrar e sair, a corrente de ar sentida dentro do estabelecimento clínico. Tosses sucessivas, espirros repetidos, assoares bruscos.
Resolvo pegar no telemóvel e escrever uma mensagem ao meu namorado, ouço alguém com voz de mulher articulando o nome com elevação, ouvi e percebi: Sun Melody! Porém, não tive tanta certeza, olhei-a e perguntei que nome era, pronunciou Sun Melody. Sim, sou eu.
Yeah!
Lá fui, caminhando no meio do corredor estreito e arrefecido. Entrei numa pacata sala nada acolhedora, expliquei-lhe... observou o ouvido lesado e receitou-me antibiótico para uma semana, tomar de 12h a 12h. Aconselhou-me marcar uma consulta de especialidade. OK.
Regressei ao caótico local barulhento de vozes e gritos, estava feito, ia agora a uma Farmácia e depois para casa, no entanto chove, ouço as gotinhas de chuva a bater no solo, deixando o seu rasto em terras molhadas.
Aguardei sozinha na lista de espera, uma pilha de gente no Sábado chuvoso, um menino ao colo da mãe amarrava o pano de algodão esvaziado de sangue junto ao queixo. Rostos adoentados. Crianças a escaldar de febre, amplamente sonolentas e moles. Um bebé com pintas de varicela.
Vi a insatisfação, os gritos queixumes na deficiência do serviço. Eu roía de dor... queria tanto mas tanto desligar o processador de fala, não podia senão não tinha como me ouvir a chamar, mantive firme encontrando um pensamento calmante alugares dentro da minha cabeça.
Barulhos. Os choros. A impressora. As vozes. O tilintar das moedas a cair em pingue na máquina de refrescantes e da cafetaria. Mais vozes e gritos. Pessoas a entrar e sair, a corrente de ar sentida dentro do estabelecimento clínico. Tosses sucessivas, espirros repetidos, assoares bruscos.
Resolvo pegar no telemóvel e escrever uma mensagem ao meu namorado, ouço alguém com voz de mulher articulando o nome com elevação, ouvi e percebi: Sun Melody! Porém, não tive tanta certeza, olhei-a e perguntei que nome era, pronunciou Sun Melody. Sim, sou eu.
Yeah!
Lá fui, caminhando no meio do corredor estreito e arrefecido. Entrei numa pacata sala nada acolhedora, expliquei-lhe... observou o ouvido lesado e receitou-me antibiótico para uma semana, tomar de 12h a 12h. Aconselhou-me marcar uma consulta de especialidade. OK.
Regressei ao caótico local barulhento de vozes e gritos, estava feito, ia agora a uma Farmácia e depois para casa, no entanto chove, ouço as gotinhas de chuva a bater no solo, deixando o seu rasto em terras molhadas.









