terça-feira, 5 de maio de 2009

Coimbra de Novo


O dia aproxima e com ele o calor embarca sem cortinas senão sombras atenuadas pela protecção das árvores brotadas de Coimbra. Agrada-me o escape, o silêncio murmurante das vozes intercaladas e com a luz dos teus olhos castanhos escuros continuas a andar, a viver e redescobrir cada pedaço de alma nesta majestosa e elegante Cidade.

No regresso hás-de notar a diferença do reajuste, não vais gostar de inicio e mais uma vez será fase de readaptação. Se te custar imenso, podes sempre voltar ao programa antigo e assim facilitares a transição sem grandes percalços desesperantes.

Coimbra!
Cá vou eu.

2 comentários:

Lak disse...

Ei, gostei de fechar os olhos e imaginar os sons que adentravam nos seus ouvidos (ainda que implante a dentro). Gostei da leveza da sua descrição e da sensação de fazer parte daquele ambiente. A surdez isola muito, porque fechando os olhos, o mundo inteiro parece sumir.
Sua jornada de reconhecimento mundano é uma poesia constante!
BEijos
Lak

Laura disse...

Ah, eu gostos empre do reajuste, venho com mais bateria em mim..e noc arro é dar aso à minha voz, aos meus gritos, o que for...Adoraria andar nesse parque lindo, nãos ei como ir lá ter, ja que nada mais conheço do que o caminho de ida e volta, mas um dia, perco-me por ali em suaves paisagens... Beijinhos d alaura..