
Hoje esteve um dia esplêndido com alguns atritos, porém não podia deixar isso de lado e conversa puxa conversa numa tarde quente que mais parecia Verão, olhei-o de relance e li os lábios a pergunta que fizera:
"Queres comer gelado?"
"Não"
Virei o olhar, e estendi-o ao horizonte centrada nos meus pensamentos, mas não me impossibilitou de ouvir um fio de palavras invisíveis em tom grave:
"De certeza?"
"Sim"
"Absoluta?"
"Sim, não me apetece e tu queres?"
Ri interiormente por finalmente entender a voz dele, essa voz que tanto buscava e ainda busco até ao fim do mundo. Essa voz que me embala e me faz pulsar cada vez com mais intensidade neste amor sereno.
"Queres comer gelado?"
"Não"
Virei o olhar, e estendi-o ao horizonte centrada nos meus pensamentos, mas não me impossibilitou de ouvir um fio de palavras invisíveis em tom grave:
"De certeza?"
"Sim"
"Absoluta?"
"Sim, não me apetece e tu queres?"
Ri interiormente por finalmente entender a voz dele, essa voz que tanto buscava e ainda busco até ao fim do mundo. Essa voz que me embala e me faz pulsar cada vez com mais intensidade neste amor sereno.
2 comentários:
Belo, ontem de ontem aconteceu o mesmo comigo...mas foi com a minha mãe :).... A gente andava pela rua e ela falava-me e pude distinguir as suas palavras sem ter que olhar pra ela. Que alivio!!!!
Ah, eu ainda vou longe, mas é linda a tua forma de relatar as coisas..Beijinhos.
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